Quem nunca sentiu um vazio existencial que erga a mão. Atualmente é comum ouvirmos falar que determinada pessoa entrou em surto psicológico. O homem assim como os animais, tenta passar despercebido, mas, quando estamos em um estado alterado emocional, qualquer pequeno inconveniente faz com que ocorra uma explosão emocional, com gritos, desequilíbrios e raiva em excesso.
Vivemos em sociedade e precisamos aprender a conviver com outras pessoas que pensam diferente de nós. É comum o mundo exterior nos afetar ao ponto de interferir em nosso equilíbrio e estrutura emocional, o que fazer nesses momentos?
Precisamos encontrar o nosso equilíbrio em meio as adversidades, é óbvio que não é algo fácil, mas necessário caso queiramos viver em paz. Geralmente para conseguirmos sobreviver em meio essas dificuldades, criamos uma máscara para substituir o verdadeiro comportamento que gostaríamos de ter para sermos aceitos em todos os ciclos.
Nem sempre essa atitude é benéfica, pois muitos acabam por achar que somos essa criação e ainda criam expectativas em relação a nós. Expectativas essas que muitas vezes nos aprisionam e nos fazem sofrer ainda mais.
Joanna de Ângelis no livro Amor, imbatível amor nos diz: Nesse processo de superação do primarismo, quando o self adquiri discernimento, se não houve um amadurecimento paulatino e cuidadoso, ocorrem, segundo Vitor Frankl em seus estudos e aplicações logoterápicos dois fenômenos que respondem pelo vazio existencial: a perda de alguns instintos animais, básico, que lhe davam a segurança e o desaparecimento das tradições que se diluem, e antes eram-lhe paradigmas de equilíbrio.
A medicina atual alia tratamentos endócrinos, longas avaliações psicológicas, pesquisas infindáveis, terapias variadas, entretanto, o ser continua doente. Avaliando a constituição fisiológica, à ótica materialista, não se chega ao cerne da questão. Dando-lhe, porém, a luz da reencarnação, observando por métodos onde se trata o ser na sua integridade, espírito, perispírito e matéria, chega-se mais acertadamente as causas aflitivas.
O vazio existencial, é desta forma, um afastamento das leis regentes do universo, uma falta de sentido, de identificação com a vida. Aturdido no acontecimento da carne, na experiência que lhe é imposta para sua evolução, revoltando-se contra si mesmo e contra tudo ao seu redor, cria dor. E essa dor é o vazio existencial, mecanismo natural de defesa.
Para sairmos desse vazio existencial é preciso olhar para nosso interior, reconhecer que precisamos de ajuda, que precisamos nos amar, pois aquele que se ama já está um passo a frente de seu caminho. O amor terapia é a melhor ferramenta de ajuda aqueles seres que estão no caminho de desistir de viver.
Se você está passando por momentos difíceis, dê o primeiro passo rumo a sua mudança, procure por ajuda, faça terapia, desabafe e peça ajuda a um amigo, vá a uma casa religiosa, ore e sempre que puder fale com alguém sobre o que sente. A dor precisa ser ressignificada para ser transformada.
Você não está sozinho, existe uma legião de pessoas passando pelo mesmo problema. A mudança começa por você, não ignore os sinais. Lembre-se que sempre existirá alguém querendo ajudar.
.webp)

.webp)

.webp)
.webp)
.webp)
.webp)
.webp)

.webp)

.webp)
.webp)
.webp)
.webp)
.webp)
.webp)


.webp)
.webp)
.webp)




.webp)
