Aquele que vive reclamando e queixando-se de tudo, em sua essência é uma pessoa egoica, cheia de mágoas, costuma delegar aos outros a culpa por seus fracassos. Deixa o ego dominar-lhe os pensamentos e sentimentos, essa pessoa sofre muito e nem percebe.
Quando o ego deseja fortalecer-se trabalha para chamar atenção das pessoas que o cercam, quase sempre de forma agressiva, revitalizando-se com a energia que lhe é direcionada, ou seja, acaba sugando a energias das pessoas e dos ambientes, e isso pode virar algo cotidiano.
Esse tipo de pessoa é quase sempre hábil na dissimulação, oculta-se em condutas especiais que disfarçam as suas intenções. É uma pessoa inteligente ao ponto de enganar quem está próximo e fazer com que nos sintamos culpados por algo que não fazemos.
Nesse sentido, apresenta-se relativo, reclamando de tudo e de todos, de forma que os louros do bem e do bom o exonerem de qualquer coisa, exibindo-se como modelo digno e bom de qualquer comentários. Esse tipo de pessoa, por causa de seu comportamento, acumula toxinas emocionais gigantes, que aos poucos irão adoece-lo, pois se ressente contra todo mundo.
O ressentimento constitui uma forma de chamar a atenção dos outros em torno de sua morbidade. O egoísta sente necessidade de reviver, de experimentar as emoções perturbadoras das situações, mesmo as desagradáveis que lhes são impostas pelas circunstâncias, desta maneira veste-se de vítima, que deve ser homenageada pela sua infelicidade.
Á medida, que o ressentimento acumula resíduos psicológicos de amargura, transforma-se em rancor. Nessa fase o cansaço emocional se instala e o resultado nefasto surge, atingindo aquele que se permitiu adentrar aos engano do personalismo.
O ressentimento é estágio de censura contra a conduta do próximo, apontando-lhe os desvarios e os erros, que em hipótese última, trata-se da projeção dos próprios conflitos. Não tendo coragem de proceder uma ato analise libertadora, muito fácil se torna sua atitude censurável, rica de observações deprimentes, sempre lúcida em seu aspecto perverso, semeando desavenças e desencanto em torno de si, de alguma forma tornando-se o centro da ocorrência.
Uma mente saudável sempre emite ondas de harmonia psíquica, enquanto aquela que se desvia da finalidade do bem produz energias para anular as ideias dignificantes, comprazendo-se em albergar as construções mórbidas que o deixam doente.
Quando o ego não consegue exaltar-se através da vaidade e presunção, sente-se ferido, ataca e se faz mais agressivo quando não encontra resistência ou oposição de que tanto necessita para nutrir-se.
Não reagir ao mal do rancoroso, ao invés de ser uma atitude significativa de fraqueza moral, constitui uma verdadeira fortaleza espiritual daquele que sofre com todo tipo de energias e situações que ocorrem em sua volta. Carregar este tipo doente de sentimento significa nutrir-se de más energias e perder a serenidade.
O perdão é o valioso recurso psicoterapêutico para as insinuações melindrosas do ressentimento. Devemos evitar reclamações e queixas para adentrarmos ao equilíbrio. Se surgir a vontade de reclamar, pense em algo positivo sobre você e sobre qualquer outra circunstância. Você deve assumir as consequências de seus atos.
Cabe a cada um de nós não permitir que o desequilíbrio tome conta de nossa vida e do local em que convivemos, devemos espalhar a paz e o equilíbrio por onde andarmos, dessa forma tudo fluirá da melhor maneira possível. Você pode ser a pessoa que leva a paz ou a que leva a destruição.
Elimine o ressentimento de sua vida, busque em seu interior a paz que almejas, faça meditação, estude, pratique o amor universal, busque por atendimento terapêutico, controle suas emoções e ações, dessa forma o equilíbrio fará parte de sua caminhada evolutiva.
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